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Desafio corporal

Publicado por 
novaescola
Objetivo(s) 
  • Trabalhar em grupo e aprender regras de convivência, como esperar a vez, ganhar e perder.
  • Desenvolver habilidades corporais (pular, virar cambalhota etc.).
Ano(s) 
Creche
Material necessário 
  • colchonete
  • corda
  • obstáculos para as crianças pularem, como argolas e bambolês

 

Desenvolvimento 
1ª etapa 

No pátio, monte um circuito com vários materiais: estique cordas e peça que os pequenos passem por baixo sem encostar nelas, coloque bambolês no chão e diga que pulem de um para outro e oriente para que façam cambalhotas sobre colchonetes. Apresente o que deve ser feito em todo o circuito e acompanhe as crianças em cada um dos desafios, evitando que tenham medo ou se machuquem.

Avaliação 

Observe a diferença na participação de cada criança frente aos desafios corporais propostos para planejar as próximas atividades envolvendo maiores e menores dificuldades.

Flexibilização 

Para garantir a participação de crianças cadeirantes nesta atividade, o educador terá que contar com alguém que possa empurrar a cadeira. O ideal é que os próprios colegas cumpram este papel. O professor pode organizar um rodízio para empurrar a cadeira em alguns trechos do percurso, como, por exemplo, a passagem por baixo das cordas. É claro que, neste momento, a corda deve ser levantada, mas não o suficiente para a criança não ter que fazer nenhum movimento. Se ela for capaz de abaixar a cabeça ou dobrar o tronco, estes movimentos devem ser propostos.

É importante ressaltar, porém, que a simples adaptação do espaço e do material nem sempre dá conta de garantir a participação destas crianças e, sendo assim, é fundamental que o professor planeje, com antecedência, desafios possíveis para eles, e dos quais todos possam participar. As cambalhotas, por exemplo, podem ser também substituídas por "manobras radicais", assim: a partir de um sinal sonoro, todas as crianças devem sair correndo e, ao ouvir outro tipo de sinal, devem mudar de direção rapidamente, ou parar bruscamente. Atividades como essa podem garantir muita diversão se a criança com deficiência física puder fazer uma dupla com algum de seus colegas, que empurrará a cadeira. O importante é garantir a participação de todos na maioria das situações.

Deficiências 
Física
Créditos:
Priscila Monteiro
Formação:
Coordenadora do Programa Além dos Números, do Instituto Avisalá, em São Paulo, e selecionadora do Prêmio Victor Civita - Educador Nota 10
Créditos:
Maria da Paz Castro (Gunga)
Formação:
Orientadora de Práticas Inclusivas da Escola da Vila, São Paulo, SP
Autor Nova Escola

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