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Biodiversidade: Parte 3 - terras áridas e semiáridas

Publicado por 
novaescola
Objetivo(s) 

Identificar as diferentes formações vegetais do globo terrestre e sua relação com os diferentes climas.
Reconhecer a existência de biodiversidade em regiões com escassez de água e regimes pluviométricos diferenciados. 
Reconhecer a diversidade cultural das regiões áridas e semiáridas do globo e do Brasil.
Conhecer a avaliar as formas de proteção e conservação das regiões áridas e semiáridas.
Despertar o interesse para a pesquisa sobre a biodiversidade das regiões áridas e semiáridas por meio do uso de mapas temáticos, leitura e interpretação de textos (prosa e poesia), observação de manifestações artísticas como música e artes plásticas.

Conteúdo(s) 

Biomas terrestres; domínios brasileiros; diversidade de espécies vegetais nas terras áridas e semiáridos, diversidade de fauna nas terras áridas e semiáridas; processos de desertificação e perda da diversidade; iniciativas de proteção das terras áridas e semiáridas; a diversidade cultural das terras áridas e semiáridas.

Ano(s) 
Tempo estimado 
Cinco aulas
Material necessário 

Cadernos, lápis, canetas, borrachas, lápis de cor, canetas hidrográficas, papel pardo, cola branca, cópias de mapas, texto para leitura, entre outros.
Material de pesquisa: livros, revistas, computadores com acesso à Internet, rádio com cd player.

Desenvolvimento 
1ª etapa 

Introdução

A biodiversidade de terras áridas e semiáridas é o tema central desta sequência de cinco aulas que discutem as particularidades das regiões em que a disponibilidade hídrica é escassa, mas que possuem ampla diversidade de formações vegetacionais e faunísticas, assim como de grupos humanos, despertando formas únicas de relação com o meio.
As terras áridas e semiáridas representam cerca de 42% da superfície terrestre e cerca de 345 milhões de pessoas - quase 6% da população da Terra habita essas regiões. Segundo o ONU, a taxa de crescimento de 18,5% das terras áridas é superior a de qualquer outra zona ecológica. 

 

Texto de apoio ao professor  ONU - Organização das Nações Unidas
 
A Organização das Nações Unidas é uma instituição internacional formada por 192 Estados soberanos, fundada após a 2ª Guerra Mundial para manter a paz e a segurança no mundo, fomentar relações cordiais entre as nações, promover progresso social, melhores padrões de vida e direitos humanos. Os membros são unidos em torno da Carta da ONU, um tratado internacional que enuncia os direitos e deveres dos membros da comunidade internacional. 

Fonte: Nações Unidas no Brasil

 

O processo de degradação dos solos nas terras áridas denomina-se desertificação. De um modo geral, pensa-se que a desertificação tem mais probabilidade de ocorrer em regiões com uma densidade populacional média. Um estudo realizado em 2009, pelo Instituto Internacional de Pesquisa sobre Política Alimentares (IFPRI), revela o registro de uma recuperação florestal em grande escala, mesmo em regiões densamente povoadas de Burkina Fasso e do Níger, ambas na África, por meio de atividades de recuperação de baixo custo geridas pelos agricultores.

 

Texto de apoio ao professor Desertificação e desertos

Desertificação
Fenômeno em que um determinado solo é transformado em deserto, através da ação humana ou processo natural. No processo de desertificação a vegetação se reduz ou acaba totalmente, através do desmatamento. Neste processo, o solo perde suas propriedades, tornando-se infértil (perda da capacidade produtiva). 

Fonte:  Site Sua Pesquisa

Desertos
Os desertos ocorrem nas regiões quentes ou frias onde a precipitação anual é muito baixa. A primeira resposta a escassez de água é a ausência de vegetação. Por essa razão, os desertos possuem maior extensão de solo nu do que de solos cobertos por pequeno porte, folhagem reduzida e metabolismo regulado para acumular água e transpirar pouco. A fauna tem hábitos subterrâneos e noturnos. Há grande quantidade de insetos, lagartos, serpentes, aves, roedores e mamíferos adaptados a essas condições. A aridez no deserto, em geral, é acompanhada por amplitudes térmicas diurnas e noturnas muito acentuadas. 

Fonte: Conti, J.B., Furlan, S.A., Geoecologia - o clima, os solos e a biota.
Geografia do Brasil (Ross, J.L.S. (org)

 

 

Texto para o aluno  Fauna

Bicho é o que não falta nos desertos do planeta. Na região central do deserto do Saara, o maior do mundo, já foram descritas 70 espécies de mamíferos, 90 de pássaros residentes (excluindo os migratórios) e por volta de 100 de répteis, entre outros animais. Essa bicharada enfrenta, além da falta de água e do clima extremamente seco, grandes oscilações de temperatura ao longo do dia. Pela manhã e à tarde, faz um calor de rachar - mais de 50 graus nos meses mais quentes -, enquanto à noite o frio é tão intenso que a temperatura pode cair abaixo de zero. Esse rigor climático obriga os animais a adotar curiosas estratégias de sobrevivência. Muitos deles, como cobras, raposas e roedores, só deixam sua casa à noite, quando o calor dá um tempo. Outros apelam: certas espécies de urubus nos desertos do sul dos Estados Unidos urinam nas próprias pernas para se refrescar. 

Fonte: Revista Mundo Estranho

 

 

Apresente aos alunos imagens de ambientes áridos e semiáridos e peça que descrevam o que observam. Faça uma lista no quadro com as respostas dadas (solicite que anotem a lista no caderno). Questione o grupo do motivo daquelas paisagens possuírem as características observadas. Apresente o Mapa de Paisagens do Globo e o Mapa da distribuição das formações vegetacionais e discuta com o grupo qual a possível localização daquelas paisagens observadas nas imagens. Os mapas podem ser apresentados projetados para a observação coletiva ou em cópias impressas, para serem trabalhadas em grupos. 

Com as respostas aos questionamentos feitos e a listagem de características registradas no quadro, explique ao grupo o que são regiões áridas e semiáridas, enfocando sua localização nos mapas apresentados e principalmente a questão da escassez hídrica, relacionando as zonas climáticas do globo, mostrando que há uma relação entre as zonas climáticas e as paisagens existentes. 

Mapa de Paisagens do Globo

Mapa de paisagens do globo. Fonte: NASA
Mapa de paisagens do Globo. 
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Mapa da distribuição das 
formações vegetacionais

Mapa da distribuição das formações vegetacionais. Fonte: Geoecologia - o clima, os solos e a biota
Mapa de paisagens do Globo. 
CLIQUE PARA AMPLIAR

 

Como tarefa para casa, solicite que, em grupos de 4 a 5, consultem revistas, livros e sites da Internet que falem sobre as regiões áridas e semiáridas e tragam para a próxima aula um breve resumo sobre o que consultarem. Oriente-os a buscar principalmente informações quanto às espécies (vegetais e fauna) existentes em regiões áridas e, se possível, trazerem figuras ou desenhos sobre essas espécies. 

2ª etapa 

Divida a sala de acordo com os grupos formados para a pesquisa feita em casa e solicite que apresentem para toda a turma o resumo que fizeram e o material reunido. Depois da apresentação, ainda em grupos, discuta com os alunos a relação das características que anotaram com base na observação de imagens com tudo o que pesquisaram e apresentaram aos colegas, questione-os sobre a possibilidade de ocorrência de vida mesmo em áreas secas, com escassez de água. Apresente espécies vegetais e de fauna que possuem mecanismos adaptativos às condições das terras áridas e semiáridas. Explore as características particulares para sobrevivência em condições adversas próprias às regiões áridas e semiáridas. A seguir, confira alguns exemplos: 

Dromedário
Nome Cientifico: Camelus dromedarius 
Tamanho: 2 m e 690 kg
Esse parente do camelo fica até 17 dias sem beber e comer, mas, quando acha uma fonte de água, engole 100 litros em 10 minutos. Uma fileira extra de cílios protege os olhos e a musculatura das narinas permite que ele barre a entrada de areia. A corcova e as patas são adaptadas ao deserto.
Fonte: Revista Mundo Estranho

Lagarto do deserto
Nome Cientifico: Varanus griseus 
Tamanho: 80 cm e 180 g
A posição de suas narinas, próximas aos olhos, permite que o lagarto fique enterrado se escondendo do sol. Entre novembro e março, ele hiberna. Quando ativo, corre a cerca de 30 km/h, habilidade essencial na hora da caça. Suas vítimas preferidas são pequenos mamíferos, pássaros, escorpiões e cobras
Fonte: Revista Mundo Estranho

Feneco
Nome Cientifico: Vulpes zerda 
Tamanho: 30 cm e 1,5 kg
Menor membro da família dos canídeos, o feneco praticamente não precisa beber água, pois a extrai de suas presas ou da vegetação. As orelhas grandes (1/4 de seu tamanho) ajudam a dissipar o calor e ajudam a achar suas presas (jerboa, insetos e pássaros) escondidas sob a areia.
Fonte: Revista Mundo Estranho

Xique-xique 
O Xiquexique é uma espécie de cacto, muito encontrado na Caatinga. Seu corpo é formado por muitos braços, esses protegidos por longos espinhos. Possui frutos arredondados de coloração cinza. As flores são pequenas e de tonalidade rosada. No seu interior, conserva água para os períodos secos. Ultimamente, alguns fazendeiros da região utilizam essa espécie para alimentar o gado nos tempos de pouca chuva.
Fonte: Focado em você

Facheiro
O facheiro é da Família das Cactaceaes. É uma planta arbustiva de ampla distribuição em toda região semiárida do Nordeste brasileiro. Seu porte apresenta variação de 1,5 a 6,72 m de altura, com copa medindo de 1,3 a 4,8 m de diâmetro. Seus frutos são bagas arredondadas e achatadas de cor vermelho-escuro com 4,5 a 6,3 cm de comprimento, pesando entre 24 a 63g. Os frutos do facheiro são bastante consumidos por animais silvestres, principalmente pelos pássaros. O facheiro desenvolve-se bem em áreas de solos degradados e de ocorrência de poucas chuvas.
Fonte: Sertão do Deserto

 

Texto para o aluno Plantas do deserto

A maioria das plantas do deserto são tolerantes à seca e à salinidade, tais como as xerófitas. Algumas armazenam água em suas folhas, raízes e caules. Outras plantas do deserto têm longas raízes que penetram até o lençol freático, firmam o solo e evitam a erosão. Os caules e folhas de algumas plantas reduzem a velocidade superficial dos ventos que carregam areia, protegendo assim o solo da erosão.
 
Os desertos normalmente têm uma cobertura vegetal esparsa, porém muito diversificada. O deserto de Sonora, no sudoeste americano, tem a vegetação desértica mais complexa da Terra. O gigantesco cactus saguaro fornece ninhos às aves do deserto e funciona como "árvore". O saguaro cresce lentamente, mas pode viver duzentos anos. Aos nove anos, ele tem cerca de quinze centímetros de altura.

Aos 75 anos, o cactus desenvolve seus primeiros ramos. Quando totalmente adulto, o saguaro chega a quinze metros de altura e pesa quase 10 toneladas. Eles povoam o deserto de Sonora e reforçam a impressão de que os desertos são áreas ricas em cactus. Apesar dos cactus serem normalmente considerados plantas dos desertos, outros tipos de plantas adaptaram-se à vida em meio árido. Isso inclui plantas da família da ervilha e do girassol. Os desertos frios têm como vegetação predominante gramíneas e arbustos. 

Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Deserto

 

Depois da apresentação, pergunte aos alunos quais espécies consideraram mais interessante e por quê. É importante que, durante a exposição do professor, o grupo seja incentivado a participar, com opiniões, curiosidades observadas, complementação de alguma informação. Lembre-se que eles já fizeram uma pequena pesquisa, como tarefa de casa, podendo assim contribuir e compartilhar informações.

3ª etapa 

Inicie a aula retomando os principais pontos discutidos sobre as terras áridas e semiáridas e a biodiversidade existente, comentando sobre suas características. Explore a opinião dos alunos sobre o que consideraram interessante. 

Com essa discussão, questione-os sobre a região brasileira que possui as características discutidas e deixe que falem sobre a percepção que tem dessa região. Projete ou distribua cópias do mapa do Brasil que destaca as paisagens encontradas em cada região e peça que apontem onde se pode encontrar características próprias das terras áridas e semiáridas. 

Busque explorar as informações que eles têm sobre o semiárido brasileiro e direcione as observações às características já estudadas, à relação com a escassez de água e à adaptação de espécies. 

Explique ao grupo que a vegetação do semiárido brasileiro tem a denominação de caatinga. Busque apresentar imagens do sertão nordestino, com enfoque na vegetação e fauna. Mostre imagens (projetadas ou cópias distribuídas) do sertão em período de chuvas e em períodos de seca. Solicite que anotem no caderno as características observadas em cada uma das imagens, separando em duas colunas: seca e chuva. 

Mais informações sobre o domínio da caatinga no plano de aula da série Biomas brasileiros: Parte 5 - Caatinga 

4ª etapa 

Retome o tema, lembrando das discussões já feitas e da lista que preparam na aula anterior. 

Solicite que formem grupos de 4 a 5 alunos e distribua cópia da poesia de Edjelma Pereira Costa dos Santos (disponível em Museu Interativo do Semi-Árido). Leia o poema, peça que acompanhem a leitura e que anotem no caderno as palavras que desconhecem o significado. Finalizada a leitura, questione a opinião do grupo sobre a poesia e o que ela apresenta. 

Semi-árido
Vou contar uma história
Para vocês entenderem
Qual a importância do semi-árido
Para o povo brasileiro.

É de estrutura muito grande
Compõe vários estados
Lá há escassez de água
E a seca é constante
Pois as águas evaporam

Com uma facilidade impressionante.
No verão a seca é explícita
Quase não há plantação
Parece um deserto
O deserto do sertão.

Mesmo assim o povo é hospitaleiro
Divide tudo que tem
É só você chegar à porta
E eles logo um abraço lhe têm.

Apesar de coisas boas
Encontramos também miséria
Já que por falta de água
A plantação é por vezes uma tragédia.

(Edjelma Pereira Costa dos Santos)

Depois, leve para o grupo a música Asa Branca para que ouçam. Da mesma forma que na poesia lida, peça que anotem as palavras cujo significado eles não conhecem e depois os questione sobre os significados.

Solicite que cada grupo leia para a turma as palavras anotadas, escreva no quadro. Veja quais as palavras foram mais citadas e incentive-os a discutir sobre o significado de cada uma. Utilize, se necessário, dicionários de Língua Portuguesa para saber o significado de algumas palavras. Fique atento a algumas palavras colocadas de forma coloquial, de acordo com o modo de falar da população nordestina, é preciso explicar para os alunos essa particularidade própria dos regionalismos brasileiros. 

Asa Branca 
(Composição: Luiz Gonzaga / Humberto Teixeira )

Quando oiei a terra ardendo
com a fogueira de São João
Eu perguntei, a Deus do céu, ai
Por que tamanha judiação(2x)
Que braseiro, que fornaia
Nem um pé de prantação
Por falta d'água perdi meu gado
morreu de sede meu alazão(2x)
Inté mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão
Entonce eu disse adeus Rosinha
Guarda contigo meu coração(2x)
Hoje longe muitas légua
Numa triste solidão
Espero a chuva cair de novo
Para mim vorta pro meu sertão(2x)
Quando o verde dos teus olhos
Se espalhar na prantação
Eu te asseguro não chore não, viu
Que eu voltarei, viu
Meu coração 


Proponha a elaboração de uma ''Cartilha das Terras Áridas e Semiáridas'', na qual poderão registrar por meio de figuras, imagens, textos, músicas, as principais características estudadas, indicando curiosidades e informações que considerarem importantes, também os incentive a incluir na cartilha uma seção para o dicionário de termos regionais. Solicite para a próxima aula material para produção das cartilhas (figuras, imagens, poesias, músicas etc.) 

5ª etapa 

Distribua papel sulfite aos grupos, os mesmos formados na aula anterior, e explique que devem produzir a cartilha utilizando as folhas A4 dobradas ao meio, para facilitar o manuseio da cartilha, que poderá ser grampeada ou costurada com barbante.

Distribua cola, lápis, canetas hidrográficas etc., aos grupos e peça que apresentem o material trazido de casa. O professor também pode contribuir com os grupos doando algumas imagens e figuras já utilizadas em sala.

Durante a confecção da cartilha, oriente-os na montagem, lembrando que o importante é produzir algo que ajude quem não conheça a biodiversidade das terras áridas e semiáridas a entender que nessas regiões há vida e que sua preservação é importante. Lembre-os da poesia lida, da música ouvida e incentive-os a representar o que diz cada uma, destacando figuras da fauna e da vegetação existentes e também o tipo de relação que as pessoas que vivem nessas regiões têm com o seu meio. 

Avaliação 

Avalie a participação dos alunos, o desenvolvimento dos trabalhos em grupo, a cooperação e a troca de ideias. Verifique  o domínio dos novos conceitos aprendidos durante as aulas.

Realize a apresentação e a exposição das cartilhas como atividade final. É o momento para iniciar um debate e questioná-los sobre a biodiversidade das terras áridas e semiáridas, verificado a ideia que possuíam no inicio e no final das sequências. Incentive-os a expor as cartilhas na biblioteca da escola ou em algum espaço coletivo, para que o material possa ser visto por outros alunos e funcionários da escola.

 

Quer saber mais?

Bibliografia 
Atlas do Meio Ambiente. Le Monde Diplomatique. Instituto Polis. 2008.
Geografia do Brasil. Jurandyr L. S. Ross (org). Edusp, 5ª. Ed. 2008.
Almanaque Brasil Socioambiental. Instituto socioambiental. São Paulo: ISA, 2004.
AB¿SABER, Aziz N. Sertões e sertanejos: uma geografia humana sofrida. Estudos Avançados-USP, v. 13, n. 36, maio-agosto 1999 (Dossiê Nordeste Seco), p. 7-59.
Giulietti, A.M. et al. 2002. Espécies endêmicas da caatinga. In E.V.C.B. Sampaio et al. (eds.) Vegetação & Flora da Caatinga. Associação Plantas do Nordeste, CNIP, Recife.
Silva, J.M.C. et al. (orgs.) 2004. Biodiversidade da Caatinga: Áreas e Ações Prioritárias para Conservação. Ministério do Meio Ambiente, Brasília-DF.
Velloso, A.L. et al. 2002. Ecorregiões Propostas para o Bioma Caatinga. TNC-Brasil, Associção Plantas do Nordeste, Recife.

Internet 
IBAMA. Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis.

www.mma.gov.br

www.asabrasil.org.br

www.museusemiarido.org.br

http://www.ifpri.org/event/understanding-interactions-between-agriculture-and-healt

http://planetasustentavel.abril.com.br

 

Autor Nova Escola
Créditos:
Kelly Cristina Melo
Formação:
Bacharel e licenciada em Geografia, atua na formação de professores e em consultoria em meio ambiente.

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